A servidora de nome popular Tinha vem sofrendo os caprichos dessa gestão desde inicio de 2009, pois a mesma uma vez vem atuando como professora a mais de 6 anos e recebendo como tal assim como vários outros servidores no município e a partir dessa data por perseguição política deixa de receber como professora e passa a receber como auxiliar de ensino e ter sua jornada duplicada de 20 para 40 horas. Em quanto argumentar que a mesma fez o concurso para auxiliar é admissível, mas a pergunta que não se cala é por que os demais servidores que não são poucos na mesma situação que ela em relação ao concurso que fizeram, atua e recebem como professores? Essa injustiçada professora por recusar de prestar 40 horas e ainda ser penalizada salarialmente em detrimento aos seus colegas passa a ir ao trabalho meio período fazendo o que sempre fez 20 horas. E por isso recebe por vários meses seu salário descontado cerca de metade. Ao procurar o Vereador Maurício que se sensibilizou com situação ele encaminhou tal situação a câmara e com outros vereadores também sensibilizados conseguiram reajustar a jornada dela de 40 para 20 hora e receber o mesmo que recebia, mas a gestão ainda não cumpriu o permitido pois só reajustou a jornada e o salário ainda se encontra sem nenhum direito do cargo como regência entre outros. Esse é o município que tanto fala dos regimes ditatorial que ficaram no passado. Eis a pergunta e que regime é esse que exclui, oprime e fere diretamente a dignidade das pessoas? sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Perseguição em Barro Alto não é mais novidade!
A servidora de nome popular Tinha vem sofrendo os caprichos dessa gestão desde inicio de 2009, pois a mesma uma vez vem atuando como professora a mais de 6 anos e recebendo como tal assim como vários outros servidores no município e a partir dessa data por perseguição política deixa de receber como professora e passa a receber como auxiliar de ensino e ter sua jornada duplicada de 20 para 40 horas. Em quanto argumentar que a mesma fez o concurso para auxiliar é admissível, mas a pergunta que não se cala é por que os demais servidores que não são poucos na mesma situação que ela em relação ao concurso que fizeram, atua e recebem como professores? Essa injustiçada professora por recusar de prestar 40 horas e ainda ser penalizada salarialmente em detrimento aos seus colegas passa a ir ao trabalho meio período fazendo o que sempre fez 20 horas. E por isso recebe por vários meses seu salário descontado cerca de metade. Ao procurar o Vereador Maurício que se sensibilizou com situação ele encaminhou tal situação a câmara e com outros vereadores também sensibilizados conseguiram reajustar a jornada dela de 40 para 20 hora e receber o mesmo que recebia, mas a gestão ainda não cumpriu o permitido pois só reajustou a jornada e o salário ainda se encontra sem nenhum direito do cargo como regência entre outros. Esse é o município que tanto fala dos regimes ditatorial que ficaram no passado. Eis a pergunta e que regime é esse que exclui, oprime e fere diretamente a dignidade das pessoas?
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Quem sou eu
- Vereador Mauricio Fernandes
- BARRO ALTO, BAHIA, Brazil
- Professor Licenciado em Matemática, Vereador pelo PT Município de Barro Alto-BA. Construindo um mandato popular. você pode manter contatos atraves do e-mal: vereador.mauricio@yahoo.com.br
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